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Vidraria

Um grande recurso que facilita a construção dos conceitos de Química, além da compreensão e correlação entre os diversos conteúdos das ciências, é a experimentação, em que é possível vivenciar e observar na prática esses conhecimentos. Mas antes de realizar experimentos no laboratório de Química, é preciso primeiro saber qual é a finalidade de cada uma das vidrarias de laboratório e como utilizá-las.

Primeiramente, esses equipamentos são chamados assim porque eles são feitos de um vidro cristal ou temperado que contém graduações em sua superfície externa. Esse tipo de vidro não reage com a maioria das substâncias usadas em laboratório e pode ser submetido ao aquecimento direto ou indireto sem quebrar. A fim de adquirir essa resistência mecânica ao calor, ao choque térmico e aos produtos químicos, costuma-se agregar um tipo de vidro especial que é o vidro borossilicato, em que é adicionado boro aos constituintes do vidro comum. O vidro borossilicato possui coeficiente de dilatação menor que o do vidro comum e menor densidade, sendo, portanto, mais leve. Além disso, seu ponto de fusão é maior. Visto que esse vidro é mais trabalhado, ele é também mais caro e, por isso, essas vidrarias devem ser manuseadas com muito cuidado.

Existem algumas dessas vidrarias que são escurecidas a fim de armazenar compostos que reagem com a luz. Na realidade, existem milhares de vidrarias usadas na Química, mas, a seguir, iremos explicar mais detalhes sobre as mais usadas em um laboratório não só de Química, mas de Ciências no geral.

Fonte: Conteúdo extraído do portal Manual da Química. (https://www.manualdaquimica.com/quimica-geral/vidrarias-laboratorio.htm)